sábado, 13 de julho de 2013

A nova esplanada de Lisboa é um jardim suspenso sobre a cidade.


A constelação de esplanadas alfacinhas tem nova concorrente ao trono: chama-se Park e acaba de abrir no topo do silo automóvel da Calçada do Combro.
É o coração de Lisboa e mais além a encantar os olhares. Mas neste novel Park, que acaba de viver o seu primeiro fim-de-semana, há mais para encantar: são 500m2 a céu aberto, salpicados de recantos e criativos mobiliários de madeira - sob o mote de caixas e caixotes.
A sala interior, com natural vista panorâmica, acompanha com ambiente acolhedor sublinhado a madeira e detalhes retro, entre cadeirões e mesas vintage e outros itens.  
Localizado no topo do silo da Calçada do Combro (7.º piso), a dois passos do Chiado e Bairro Alto, o Park é pontuado por árvores e demais vegetação: a ideia é criar um jardim suspenso sobre a cidade, cenário ideal para um bar onde a banda sonora vai oscilando entre o jazz ou soul e que vive um dos seus momentos maiores em cada cinematográfico pôr-do-sol. Ao anoitecer, os jogos de luzes realçam e dão outras vidas aos detalhes.
Aberto das 12h às 2h, o Park propõe tanto uma carta com uma selecção de bebidas e cocktails (bebidas brancas a partir dos 5€, cocktails a partir dos 6,5€, imperial a 2€) como uma ementa de hambúrgueres especiais (de carne de porco alentejana a búrguer de bacalhau ou atum - preços a partir dos €6,50).

Ao longo do Verão e nos meses seguintes, o Park promete também sessões temáticas, tanto musicalmente como com eventos, incluindo noites de cinema. (Jornal Público)






quarta-feira, 10 de julho de 2013

Maior edifício do mundo já abriu na China.


São 500 metros de comprimento, 400 metros de largura e cem metros de altura, num total de 1,76 milhões de metros quadrados onde cabem dois hotéis, centros comerciais, escritórios e até uma praia artificial e uma pista de patinagem no gelo.
O maior edifício do mundo foi inaugurado este mês em Chengdú, capital da província chinesa de Sichuan.
Na praia artificial, um ecrã LED gigante permite assistir ao "pôr" do Sol.

Edifício vai ainda ter uma réplica de uma aldeia mediterrânica, a juntar às 14 salas de cinema Imax e ao parque aquático. (DN – 10.07.2013)

domingo, 7 de julho de 2013

Filme sobre Jardim Botânico da Universidade de Coimbra premiado em festival na Croácia.


O filme, intitulado Jardim Botânico da Universidade de Coimbra - Um espaço único venceu o galardão ‘The Best Artistic Impression’ no Zagreb Tourfilm Festival, que terminou na noite de sexta-feira.
Segundo uma nota do JBUC, o filme turístico, com cerca de três minutos de duração, representa o inverno no jardim “mesclando os tons terra com os sons da natureza urbana num ambiente marcado pela neblina matinal” e foi desenvolvido pela produtora Terra Líquida Filmes.
“Numa altura em que a Universidade de Coimbra (UC) e o próprio Jardim Botânico acabam de ser considerados Património da Humanidade, este prémio e a presença do filme em muitos outros festivais internacionais reveste-se de uma importância acrescida, pois permite não só divulgar este espaço único além-fronteiras mas sobretudo potenciar a imagem da UC nos circuitos turísticos internacionais”, refere, na nota, Paulo Trincão, director do JBUC.

Para além da Croácia, o filme vai participar ainda nos festivais de cinema turístico Silver Lake Tourfilm Festival (Sérvia), Tourfilm Brazil (Brasil), Tourfilm Festival Karlovy Vary (República Checa) e ART&TUR (Portugal), em Setembro e Outubro. (Jornal Público – 07.07.2013)

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Escritor José Luís Peixoto vence prémio italiano.


O escritor português José Luís Peixoto, de 38 anos, acaba de vencer o prémio Salerno Livro d'Europa, em Itália, com a obra "Livro", publicada em 2010, em Portugal.
O romance, recentemente publicado em Itália pela editora Einaudi, foi o escolhido entre outros quatro títulos finalistas de autores europeus com menos de 40 anos: a francesa Jakuta Alikavazovic (autora de "La Bionda e il Bunker", na tradução italiana), o suíço romanche Arno Camenisch ("Dietro la Stazione"), o italiano Paolo Di Paolo ("Mandami Tanta Vita") e a alemã Judith Schalansky ("Lo Splendore Casuale delle Meduse").
O júri, constituído por 50 leitores e 50 personalidades ligadas ao meio editorial italiano, elegeu "Livro" de José Luís Peixoto como a obra merecedora do prémio com um valor pecuniário de 5.000 euros.
O autor, natural de Galveias, em Ponte de Sor, diz estar "contente" por ter sido o primeiro escritor distinguido com o prémio italiano. Em declarações à agência Lusa, José Luís Peixoto referiu que "as notícias destes prémios correm sempre bem".
"Foi muito [bom ter sido reconhecido], tanto mais que este foi um livro muito importante para mim. É um livro que parte de um tema que é sensível de tratar e que, para mim, foi um pouco ambicioso abordar uma vez que não o vivi - a emigração para França", conta.
"Livro" foi publicado em Portugal em 2010, pela Quetzal Editores, tendo sido também finalista do Prémio Femina, atribuído em França.
Em 2001, José Luís Peixoto venceu o Prémio Saramago com o romance "Nenhum Olhar" e em 2008 ganhou os prémios Daniel Faria e Cálamo Outra Mirada.
A obra "Cemitério de Pianos", também da sua autoria, encontra-se na primeira lista do Prémio Impact Dublin, prémio a que concorrem obras publicadas em língua inglesa, nomeadas por livreiros de todo o mundo.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Homem de Aço.



Título original: Man of Steel
Género: Acção, Aventura
Classificação: M/12
Outros dados: EUA, 2013, Cores, 143 min.
Links: Site Oficial
Clark chegou à Terra ainda bebé, proveniente de um planeta longínquo chamado Krypton. Com a sua origem mantida em segredo, foi criado por Martha e Jonathan Kent, que se dedicaram de corpo e alma à sua educação. Agora, já adulto, vive angustiado por um constante sentimento de não-pertença a uma raça que não é a dele, questionando a origem dos seus poderes, que gradualmente se têm fortalecido. É então que, a viver numa cidade devastada pela criminalidade e corrupção, descobre a finalidade da sua própria existência ao criar o Super-Homem, um justiceiro sobre-humano capaz de restaurar a paz e o equilíbrio ao planeta que o acolheu.

Com argumento de David S. Goyer (guionista de "Batman: O início") e produção de Christopher Nolan ("A Origem", "O Cavaleiro das Trevas"), um filme de acção e aventura realizado por Zack Snyder (“O Renascer dos Mortos”, “300” e “Watchmen - Os Guardiões”), sobre um dos mais reconhecidos super-heróis da DC Comics. No elenco, Henry Cavill, Amy Adams, Diane Lane, Kevin Costner, Michael Shannon, Russell Crowe e Laurence Fishburne, entre outros. PÚBLICO


domingo, 23 de junho de 2013

A casa com que Aristides de Sousa Mendes sempre sonhou.


A casa de Aristides de Sousa Mendes, mais conhecida como a Casa do Passal, em Cabanas de Viriato, vai finalmente ser restaurada. Depois de vários anos ao abandono, a Secretaria de Estado da Cultura (SEC) anunciou nesta quinta-feira, numa cerimónia de homenagem ao “Cônsul de Bordéus”, que em breve vão começar os trabalhos de recuperação.
O dia foi de festa e de homenagem ao homem que durante a Segunda Guerra Mundial passou o visto a mais de 30 mil pessoas, permitindo que estas pudessem fugir aos terrores do Holocausto.
Foi aliás por causa de um destes sobreviventes que nesta quinta-feira se reuniram centenas de pessoas em Cabanas de Viriato. Eric Moed, um arquitecto norte-americano, ficou a saber no ano passado que Aristides de Sousa Mendes tinha passado o visto ao seu avô. Na mesma altura estava a preparar o projecto final de curso.
“E foi então que tudo fez sentido. Assim que o meu avô me contou a sua história, eu quis saber mais sobre Aristides de Sousa Mendes. Quando vi a Casa do Passal completamente destruída, percebi que esse seria o meu projecto”, contou ao PÚBLICO o arquitecto de 25 anos. O resultado final do seu trabalho é uma instalação à entrada da destruída casa. O objectivo é não só lembrar o acto heróico do cônsul, como também alertar para o estado de degradação da casa, já com parte do telhado destruído.
O plano do arquitecto parece ter resultado e os trabalhos de restauro vão começar ainda este ano, como anunciou o secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, que, apesar de não ter estado presente na homenagem, enviou uma mensagem. O objectivo, segundo as palavras do secretário de Estado, é que a Casa do Passal seja no futuro um espaço onde o passado e o futuro se encontrem para que “aprendamos a dizer: ‘Nunca mais’.”

“Temos de ter a capacidade de aprender com a história.” A notícia foi recebida pela população com um entusiasta e longo aplauso. “Finalmente”, gritou-se.