quinta-feira, 1 de agosto de 2013

"A Gaiola Dourada": uma família portuguesa com certeza.



Visto por mais de um milhão e duzentas mil pessoas só em França, "A Gaiola Dourada", sobre uma família de emigrantes portugueses em Paris, estreia agora em Portugal. Rita Blanco, uma das protagonistas, falou ao Close-Up. (JN - 01.08.2013)

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Lídia Jorge considerada uma das “10 grandes vozes da literatura estrangeira” pela revista francesa Le Magazine Littéraire.


A escritora Lídia Jorge foi considerada uma das “10 grandes vozes da literatura estrangeira” pela revista francesa LeMagazine Littéraire , ao lado da britânica Zadie Smith, do norte-americano Richard Powers, do Nobel chinês Mo Yan, da canadiana Alice Munro, do Nobel turco Orhan Pamuk, da norte-americana Laura Kasischke, do espanhol Enrique Vila-Matas, do norte-americano John Irving e do islandês Arnaldur Indridason.
A revista francesa Le Magazine Littéraire coloca na capa da edição de Agosto uma selecção de dez escritores estrangeiros e entre eles surge a autora portuguesa Lídia Jorge, de quem é traçado um perfil biográfico e literário.

“Lídia Jorge invoca, de uma forma polifónica, os múltiplos estratos do século XX português, privilegiando o olhar das mulheres sobre uma sociedade patriarcal, antes de mais frio, depois atormentado”, sustenta a publicação, num artigo assinado pela professora universitária Maria Graciete Besse a propósito do mais recente romance de Lídia Jorge,  La Nuit des Femmes qui chantent (tradução de A Noite das Mulheres Cantoras, que saiu em França nas edições ed. Métailié). Esta académica assina ainda um outro texto sobre a "ruralidade arcaica e maravilhosa” e "os mal-entendidos da transição democrática” que se encontram na sua obra. (Jornal Público – 31.07.2013)

quarta-feira, 24 de julho de 2013

A Despedida.

(Partida de soldado português para a I Guerra)
(Ilustração Portugueza - 16 de Novembro de 1914)

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Livraria Sá da Costa fecha no ano do centenário.


A Livraria Sá da Costa, em Lisboa, foi declarada insolvente pelo Tribunal de Comércio de Lisboa e deverá fechar as portas nos próximos dias, pouco mais de um mês depois de ter comemorado o centésimo aniversário.
Segundo fonte do tribunal citada pela Lusa, a assembleia de credores realizada na passada segunda-feira não aprovou o plano de viabilização da empresa, que tinha sido apresentado no dia 2 de Julho, pelo que foi decretada a liquidação total. Essa liquidação concretizar-se-á com a venda de todo o património da Sá da Costa, para pagamento aos credores, e com a extinção da empresa.
Para sábado às 21h está marcado aquele que poderá ser o derradeiro acto da livraria situada na Rua Garrett, no Chiado: o lançamento do “Manifesto contra o desastroso encerramento das livrarias da Cidade de Lisboa no centenário da Livraria Sá da Costa”. O evento está a ser divulgado no Facebook e ao fim da tarde de ontem já mais de 800 pessoas tinham confirmado a sua presença.
Em 2010 a livraria tinha sido levada a leilão pelas Finanças, com uma base de licitação de 175 mil euros e no ano seguinte o tribunal decretou a venda judicial por um valor mínimo de 415.498 euros. Na ocasião terão sido apresentadas, segundo a Lusa, duas propostas, mas a venda da livraria não foi avante. Desde então a sua gestão foi assegurada por cinco funcionários, que têm promovido a realização de uma série de eventos para dinamizar o espaço.

A livraria surge na lista de “bens imóveis de interesse municipal e outros bens culturais imóveis” do Plano Director Municipal de Lisboa. O Fórum Cidadania Lisboa já manifestou o seu “profundo pesar” pelo encerramento de “uma das últimas livrarias históricas de Lisboa”, criticando “a total inoperância da política de urbanismo comercial por parte da CML [Câmara Municipal de Lisboa], ao não prevenir as situações nem tão pouco demonstrar interesse em as remediar”. (Jornal Público – 19.07.2013)

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Rui Costa vence 16.ª etapa do Tour.


O ciclista português da Movistar chegou sozinho à meta em Gap, sendo o primeiro a completar os 168 quilómetros da 16.ª etapa da centésima Volta à França.
Rui Costa andou desde o início da etapa no grupo que se destacou na frente da corrida. A 18 quilómetros da meta isolou-se e partiu sozinho para a subida ao Col de Manse (montanha de segunda categoria com 1268 metros de altitude), cruzando a meta ao cabo de 3h52m45s. Os mais directos perseguidores chegaram 42 segundos depois.
Com este triunfo, Rui Costa sobe nove posições na classificação e passa a ocupar o 20.º posto. O ciclista português recupera mais de dez minutos de atraso em relação ao camisola amarela – está agora a 22m34s.

“Tinha de estar atento nesta última subida, porque sabia que a corrida ia ser movimentada aí. Era o terreno onde tinha de fazer a diferença. Depois, na parte da descida e nos últimos três quilómetros já pude estar tranquilo”, afirmou o ciclista português, em declarações à Eurosport. “Esta vitória é uma das mais importantes para mim, um dos dias mais felizes. Ganhar no Tour é muito importante, já esperava há algum tempo voltar a fazê-lo. Estou muito feliz e é muito importante para a equipa”, acrescentou Rui Costa. (Jornal Público – 17.07.2013)