terça-feira, 4 de março de 2014

Filme com Diogo Morgado sobre vida de Jesus foi o segundo mais visto nos Estados Unidos.


O Filho de Deus estreou no fim-de-semana e em dois dias somou 26,5 milhões de dólares (18,5 milhões de euros). No Twitter, Diogo Morgado volta a fazer sucesso.
O Filho de Deus, filme adaptado da série A Bíblia protagonizada por Diogo Morgado, foi o segundo filme mais visto este fim-de-semana nos Estado Unidos. O filme estreou-se na quinta-feira e os resultados obtidos nas bilheteiras (26,5 milhões de dólares – 18,5 milhões de euros) confirmam o sucesso que a série já tinha alcançado no ano passado quando passou na televisão. O Hot Jesus, como ficou conhecido o actor português, voltou também em força às redes sociais.
O filme no qual Diogo Morgado dá vida a Jesus só ficou atrás de Non-Stop, filme de Jaume Collet-Serra protagonizado por Liam Neeson, Julianne Moore e a recém-vencedora de um Óscar, Lupita Nyong'o. Segundo o site Box office Mojo, que analisa as receitas em bilheteiras, Non-Stop somou 28,8 milhões de dólares (20,9 milhões de euros), enquanto O Filho de Deus, que chegou a 3260 salas de cinema norte-americanas, amealhou 26,5 milhões de dólares (18,5 milhões de euros). Em Portugal, o filme só estreia a 27 de Março, a cerca de três semanas da Páscoa.
O filme que está a pôr novamente Diogo Morgado no centro das atenções não é muito diferente da série de dez horas produzida por Mark Burnett e Roma Downey e que foi para o ar o ano passado no Canal História (em Portugal foi exibida na SIC no fim-de-semana de Páscoa). Ou seja, O Filho de Deus, que dura pouco mais de duas horas, é um apanhado de A Bíblia, que nos Estados Unidos bateu recordes de audiência logo ao primeiro episódio, tornando-se no programa mais visto de 2013 na televisão por cabo norte-americana, com 13,1 milhões de telespectadores. No total, foram quase 100 milhões de pessoas que viram a série religiosa que valeu a Diogo Morgado a alcunha de Hot Jesus.
Agora, com o filme no cinema, o Hot Jesus renasceu nas redes sociais, onde ahashtag #hotJesus voltou a ser usada em força. As entrevistas do actor português nos canais norte-americanos têm-se multiplicado e nos jornais têm surgido algumas reflexões sobre o sucesso do filme e em particular sobre Diogo Morgado. A jornalista Antonia Blumberg do Huffington Post pergunta se o actor não é demasiado sexy para o papel de Jesus, escrevendo que “talvez Jesus não precise de ser sexy para que as pessoas se relacionem com a sua história”. Mas no Twitter, destaca, ser sexy parece ser importante, notando o uso recorrente da hashtag #hotJesus.
Já no site da CNN, a pivot Carol Costello escreve uma coluna de opinião sobre Diogo Morgado e o seu papel como filho de Deus. Para a jornalista, “claramente Jesus foi sexy”. No entanto, Costello não deixou de reparar que “Diogo Morgado é um tipo jeitoso”. “Não quero ser desrespeitosa mas enquanto via o trailer de O Filho de Deus dei por mim de boca aberta com o actor que faz de Jesus”, escreve a jornalista para quem o Jesus de Diogo Morgado “se parece mais com o Brad Pitt do que com aquele homem simpático de barbas que vemos nas pinturas”.
Antes da estreia do filme, também o New York Times tinha feito esta reflexão, notando que normalmente nos filmes religiosos a figura de Jesus é sempre bem-parecida. No entanto, o jornal norte-americano nota que Diogo Morgado é talvez o Jesus mais sexy que apareceu, comparando-o igualmente a Brad Pitt. “A sua aparência vai pôr à prova a paciência dos historiadores que dizem que Jesus, como judeu da Palestina no primeiro século, teria a pele mais escura do que a cara bonita de Mr. Morgado”, lê-se no New York Times, com quem Diogo Morgado falou. “É um elogio, obviamente, mas não quero que isso nos afaste daquilo que tentamos alcançar”, disse o actor português, destacando que é a história e a mensagem que ela passa que mais interessa. “Se a mensagem de Jesus era amor, esperança e compaixão, e eu posso trazer isso para mais pessoas por ser um Jesus mais atraente, então estou feliz com isso.”
Na série, que percorre algumas histórias da bíblia do Antigo ao Novo Testamento, Diogo Morgado apenas apareceu ao episódio seis mas no filme, que incluirá cenas que não foram incluídas na série, o actor tem um maior destaque, uma vez que este incide exactamente sobre o Novo Testamento.
“Conseguimos ter connosco a equipa do Gladiador e tivemos de refazer tudo para o grande ecrã”, disse ao site especializado de cinema Deadline, o produtor Mark Burnett, explicando que este processo demorou cerca de um ano. À semelhança do que já tinham feito na promoção da série televisiva, a equipa do filme reuniu-se com vários líderes religiosos nos Estados Unidos, conseguindo assim amealhar cinco milhões de dólares (3,6 milhões de euros) em vendas antecipadas para a estreia de O Filho de Deus.
Os produtores prepararam ainda uma edição dobrada em espanhol e outra em chinês para conseguirem chegar a outros mercados. Entretanto, o filme já tem estreia marcada em 60 países, estando os produtores a apostar no mercado da América Latina, onde a Semana Santa tem um impacto muito grande. Segundo o The Wrap, 22% da audiência do filme era de origem hispânica.
O The Wrap lembra ainda que até à Páscoa ainda vai estrear Noah, o filme de Darren Aronofsky que conta a história da Arca de Noé. Para a publicação, ainda é cedo para perceber qual dos dois filmes terá mais impacto nas bilheteiras, tendo em conta que os dois são do interesse da comunidade cristã. No entanto, ao contrário de O Filho de Deus, que contou com um orçamento de pouco mais de 20 milhões de dólares (14,5 milhões de euros), Noah tem tudo para ser um blockbuster. O filme da Paramount é protagonizado por Russell Crowe, Jennifer Connelly, Anthony Hopkins e Emma Watson e o seu orçamento foi de 130 milhões de dólares (94,4 milhões de euros).

Noah só estreia no dia 28 de Março, no mesmo fim-de-semana que O Filho de Deus estreia em Portugal, e por isso até lá o filme com Diogo Morgado tem três semanas para continuar a somar nas bilheteiras. (Jornal Público – 04.03.2013)

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Morreu o guitarrista Paco de Lucía.


O guitarrista de flamenco Paco de Lucía faleceu hoje, aos 66 anos, informaram fontes da autarquia de Algeciras, na região espanhola de Cádiz, a sua cidade natal.
As mesmas fontes explicaram que o guitarrista morreu vítima de um ataque cardíaco quando se encontrava em Cancún, no México, tendo chegado já sem vida a um hospital da cidade.
Um amigo, Victoriano Mera, explicou que De Lúcia estava a brincar com os filhos numa praia de Cancún, cidade onde tinha uma casa, quando se começou a sentir indisposto.
José Ignacio Landaluce, alcaide de Algeciras, declarou já que a morte de Paco de Lucía é "uma perda irreparável para o mundo da cultura e para a Andaluzia". A autarquia deverá decretar o luto oficial.
A família do artista está atualmente a organizar o translado dos restos mortais do guitarrista para a sua terra natal.

Nascido em dezembro de 1947 em Algeciras e considerado um dos maiores guitarristas da história contemporânea, Paco de Lucía foi galardoado com o Prémio Príncipe das Astúrias 2004. (DN – 26.02.2014)


Paco era o mais novo de cinco irmãos, filhos do também guitarrista de flamenco Antonio Sánchez. Os seus irmãos Pepe de Lucía e Ramón de Algecirastambém são músicos de flamenco; Pepe é cantor e Ramón é também guitarrista. Em Algeciras, e de uma forma geral na maior parte da Andaluzia, é costume os rapazes adoptarem o nome da mãe por forma a serem corretamente identificados como por exemplo "Paco de (la) Carmen," ou "Paco de (la) María," deste modo, o seu nome artístico foi adotado em honra de sua mãe Luzia, de origem portuguesa, que por sua vez adotou o nome de Lucía Gomes. Foi com seu pai e seu irmão Ramón que aprendeu a tocar guitarra.
Em 1958, com apenas onze anos de idade, fez a sua primeira aparição pública na Rádio Algeciras, e no ano seguinte recebeu um prémio especial numa competição de flamenco em Jerez de la Frontera, acompanhado pelo seu irmão Pepe num duo que se chamava Los chiquitos de Algecira. Como consequência desse êxito entrou para a trupe de José Greco em 1961, com o qual realizou uma digressão.
Entre 1968 e 1977 participou de uma frutuosa colaboração com Camarón de la Isla, outro músico inovador do novo flamenco; juntos gravaram nove álbuns.
Em 1991 gravou o Concierto de Aranjuez de Joaquin Rodrigo com a Orquestra de Cadaques. O autor, presente nas gravações, teria dito que nunca ninguém tinha tocado a sua peça com tanta paixão e intensidade como Paco de Lucía.
Faleceu em 26 de fevereiro de 2014 no México, onde residia. (Wikipédia)

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

"Os mais frágeis têm de ser protegidos, e não largados à sua sorte"



 É escritor, alentejano de gema, e de alma. José Luís Peixoto é um alentejano irrequieto e falador, à procura de um lugar no mundo. José Saramago disse dele: "É um homem que sabe escrever". Escreve a vida. Escreve todos os dias. É obsessivo neste processo. O que o move? O Amor. Discorda de forma radical com a forma como o governo vê a sociedade. "Os mais frágeis têm de ser protegidos, e não largados à sua sorte", diz. "Conversas com Vida" de 7 de Fevereiro de 2014.
Retirado de: http://videos.sapo.pt/uHpzMl7IDUcOctm0uVfL

domingo, 16 de fevereiro de 2014

As fotografias vencedoras do World Press Photo 2014.

A organização do mais importante concurso de fotojornalismo do mundo, o World Press Photo, divulgou os trabalhos vencedores. Uma imagem do norte-americano John Stanmeyer foi a escolhida para o Grande Prémio de 2013. É uma fotografia que mostra um grupo de emigrantes africanos que, de telemóveis erguidos para o céu e à luz da lua, tentam a partir da costa do Djibuti encontrar a rede somali mais barata para poderem falar com os seus familiares. (Jornal Público)

Questões Actuais, 1º prémio (estórias). Discussão entre Shane e Maggie enquanto a filha entra na cozinha, Lancaster. EUA
SARA NAOMI LEWKOWICZ/TIME

Notícias, 1º prémio (fotografia única). Centro de refugiados sírios, em Sofia, Bulgária
ALESSANDRO PENSO/ONOFF PICTURES

World Press Photo of the Year, Questões Actuais, 1º prémio (fotografia única). Grupo de imigrantes africanos que, a partir da costa do Djibuti, tentam encontrar a rede somali mais barata para falarem com os seus familiares
JOHN STANMEYER/VII FOR NATIONAL GEOGRAPHIC

Retrato, 1º prémio. Mulher desanimada depois de não conseguir ver o corpo de Nelson Mandela, em Pretória, África do Sul
MARKUS SCHREIBER/THE ASSOCIATED PRESS


Retrato, 1º prémio. Rapazes albinos cegos numa escola, Índia
BRENT STIRTON/GETTY IMAGES

Notícias, 1º prémio (fotografia única). Sobreviventes do tufão Haiyan, durante uma procissão em Tolosa, ilha de Leyte, Filipinas
PHILIPPE LOPEZ/AGENCE FRANCE-PRESSE



quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

O perdão de Filomena.


"Filomena" conta uma história real. Conta muitas coisas. De dois mundos em coabitação fugaz - o do jornalista e assessor político retirado sem glória, que se prepara para escrever um livro sobre a história da Rússia, e duma simples mulher do povo, com gostos literários mais prosaicos. Do amor e da perda dum filho. Da culpa e das pazes que queremos fazer com a nossa própria história quando o fim se aproxima. Mas "Filomena" fala, antes de tudo, de um conflito moral fundamental nas nossas vidas. A partir duma história de abuso de que a Igreja Católica em geral e a Igreja irlandesa em particular está cheia.
Filomena engravidou sem ser casada. Na conservadoríssima Irlanda de 1952. Coberto da vergonha que o julgamento social impunha, um pai que amava mais a sua imagem do que a sua filha, entregou-a a um convento. Por lá pariu e trabalhou durante quatro anos para pagar as despesas. O seu filho foi, como os filhos de todas as jovens mães que ali estavam, entregue para adopção famílias abastadas que compraram as crianças. Sem a sua autorização, claro. Ou seja, o seu filho foi-lhe roubado. O resto não conto, para não estragar.
Apesar de nunca me deixar de sentir esmagado pela crueldade que o conservadorismo extremo carrega em si, não me preparo para um manifesto anticlerical. De crimes estão cheios todos os templos, mas também todas instituições de poder. Ainda mais uma instituição milenar. Ainda mais uma instituição que, por natureza, escapa ao escrutínio público. Ainda mais uma instituição que exige obediência e se move no território da fé.
"Filomena" fala duma coisa muito mais interessante do que qualquer julgamento histórico duma instituição demasiado grande para caber num só texto. Fala do confronto entre o sofrimento extremo de um individuo e a vontade e preservar uma instituição que o explica como pessoa. Como julgar os que moldaram o que somos pode ser ainda mais violento do que nos julgarmos a nós próprios. Na realidade, pode ser exatamente a mesma coisa. Por isso compreendo tão bem aqueles que, chegados ao fim da vida, se recusam a negar tudo aquilo em que acreditaram e todas as instituições a que pertenceram, por mais evidente que tenham sido os seus erros. Pedir que neguemos toda a sua vida é exigir demais a quem é apenas humano.
Pelo menos esta é a parte do filme de Stephen Frears que mais me interessa. Porque retira à obediência a visão simplista de quem pensa que ela resulta apenas da anulação do indivíduo. Como se o lugar de onde vimos e onde estivemos não fizesse parte da nossa individualidade. Ainda mais quando essa obediência, que nos faz ser injustos connosco mesmos, não resulta do medo e da coação, mas do sentimento de pertença e de dever. É um conflito tramado que a personagem do filho biológico, gay republicano que, com SIDA, trabalha convictamente com o governo que recusa investir no combate à doença. A vida está cheia de contradições.
Filomena existiu. E chama-se mesmo Filomena. E divide a sua história com milhares de outras mães que foram exploradas e roubadas na sua maternidade pela Igreja irlandesa. Mas o mais interessante desta história é a dificuldade que Filomena tem em culpar as freiras que foram as suas carrascas. E ainda mais a Igreja de que ela própria faz parte. Uma dificuldade incompreensível para o cínico, agnóstico e desiludido (ex-correspondente da BBC, ex- católico) Martin Sixsmit (autor do livro em que se baseia este filme).
Há, em Filomena, uma fronteira ténue entre a resignação e a capacidade de perdoar. Há, em Martin, uma fronteira ténue entre o sentido de justiça e a amargura. Martin não pode compreender Filomena. Ele não pertence a nada. Na realidade, ele não acredita em grande coisa. Filomena não pode compreender Martin. Afinal de contas, ela foi privada, desde muito cedo, da mais elementar noção de justiça.
No fim, lá as coisas equilíbram-se. Ele compreende a necessidade pessoal de perdoar, ela compreende a necessidade pessoal de denunciar. E, não sendo o filme da minha vida, a qualidade de "Filomena" é essa amenidade das personagens. A suavidade dos seus sofrimentos e julgamentos. Ele decide que não explorará de novo Filomena, não escrevendo sobre a história. Mas ela opta por uma justiça salomónica: perdoa as freiras (não poderia encontrar maior castigo contra quem apregoa o "perdão" sem nunca o ter experimentado), mas quer que a verdade se saiba. Tudo ao contrário de grande parte da história da Igreja Católica, no que toca aos seus pecados e aos dos outros. Ainda assim, um final absolutamente cristão. Que até o agnóstico Martin, de quem obviamente me sinto mais próximo, compreende.

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Escritórios da Columbia TriStar Warner Filmes de Portugal vão encerrar.


É oficial, a distribuidora da Sony Pictures e da Warner vai fechar. Ainda não se sabe quem vai passar a distribuir os filmes dos dois estúdios americanos.
Os escritórios da Columbia TriStar Warner Filmes de Portugal (CTW) vão fechar no dia 31 de Março, revelou hoje a empresa em comunicado à imprensa. A CTW era a responsável pela distribuição dos filmes da Warner Bros. e da Sony Pictures Entertainment.
Uma fonte da empresa revelou ao PÚBLICO que, para a Columbia Pictures, a empresa portuguesa não apresentava níveis de rentabilidade satisfatórios devido à quebra que houve no mercado nacional. E segundo a agência Lusa o encerramento do escritório leva ao despedimento de 14 trabalhadores.
Os últimos filmes a ser lançados pela CTW vão ser o Winter’s Tale – Uma História de Amor, com estreia agendada para 13 de Fevereiro, o filme de animação Lego, a 27, e 300: O Início de um Império.
Assim, O Fantástico Homem-Aranha 2: O Poder de Electro, que vai estrear a 17 de Abril e que se espera venha a ser o grande lançamento da produtora para este ano, já não vai ser distribuído pela empresa portuguesa que era a segunda maior distribuidora a operar no mercado português.
A empresa, que em 2013 distribuiu 24 filmes, teve cerca de dois milhões de espetadores (uma quebra de 7,2 por cento em relação a 2012) e 11,8 milhões de euros de receita bruta de bilheteira (perdas de 6,5 por cento comparando com 2012) segundo dados recentes do Instituto do Cinema e Audiovisual, divulgados pela agência Lusa.
Sabe-se que a Sony Pictures tem vindo a reduzir o número de filmes lançados. Questionada sobre a possibilidade de a multinacional estar a atravessar uma crise, a mesma fonte da CTW revelou ao PÚBLICO que a Sony, onde está inserida a Sony Pictures, está à procura de optimizar soluções na gestão e irá despedir 5.000 trabalhadores, o que provavelmente também acabou por se reflectir em Portugal.

Ainda não foi revelado oficialmente quem vai passar a representar os estúdios da Warner Bros. e da Sony Pictures, no entanto, a mesma fonte garantiu que essa informação será revelada muito em breve.
O PÚBLICO tentou contactar a ZON Optimus, que se suspeita ser quem vai passar a distribuir os filmes que eram da responsabilidade CTW desde 1982, no entanto o grupo empresarial disse que não iria comentar o assunto.

Nota: Mais uma "machadada" no cinema e nos trabalhadores. O capital não pode perder...